Somos humanos, falhos. Se até as máquinas tem suas eventuais falhas - raras, sim, mas existentes ainda - que dirá os humanos, que erram sem querer, de propósito, com boas ou más intenções?
Por isso, tu, cabeça de engenheiro, não percas a cabeça quando tua esposa atuar de maneira ineficiente, quando teus filhos desperdiçarem. Nem todos têm esse comichão da eficiência, e mesmo os que têm ainda erram, pois também são humanos.
Na próxima vez que tu veres a ineficiência, reflita bem antes se é imprescindível a tua intervenção ou se tu consegues respirar fundo e aguentar a tortura com um sorriso no rosto. No máximo, e olhe lá, ofereça para ajudar a fazer, sem conselhos ou advertências.
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